Por Ivana Veraldo
Não é só em Maringá que o adoecimento afasta os profissionais da sala de aula. O problema se repete pelo país e faz com que as doenças de quem leciona torne enfermo todo o sistema de ensino. O tema vem despertando a atenção de pesquisadores e não pode ser negligenciado. As soluções passam pela prevenção e pelo efetivo tratamento, tais como: mudança no modelo de gestão, capacitação dos professores, melhor organização do tempo, trabalho em equipe, melhora do relacionamento com os alunos, da infraestrutura, reformulação do currículo e valorização social da categoria. Seja qual for a solução terá que ser tomada em rede, já que não é somente o professor que está doente, mas também o sistema educacional, quiçá o social.
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