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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

TRE de Goiás é o segundo a aprovar registro do PSD no país


O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aprovou por unanimidade, no início da noite desta quarta-feira, o pedido de registro do PSD em Goiás. Os seis votantes do colegiado da Justiça Eleitoral acompanharam o juiz relator Marco Antônio Caldas e afiançaram o aval ao novo partido. Goiás é o segundo Estado a conceder o registro ao PSD. No último dia 17, o TRE de Santa Catarina concedeu o primeiro registro ao partido articulado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Ao acatar o registro, o relator rejeitou as três representações de impugnação do DEM e uma do PTB protocoladas contra o PSD na Justiça Eleitoral goiana. O presidente do diretório estadual do novo partido em Goiás, Vilmar Rocha, disse que o registro coroa o trabalho de mobilização dos criadores do partido no Estado.

"É uma importante vitória política. Cumprimos todas as metas a que nos propomos", afirmou. Ainda segundo Vilmar, após superar as etapas política e jurídica, o PSD goiano vai se mobilizar para as filiações, já com vistas para a eleição do ano que vem. "Acredito que até dia 15 de setembro o registro nacional também vai sair", afirmou.

Em Goiás, o PSD nasce como parte da base de apoio do governador, Marconi Perillo (PSDB). "Em quatro meses, já temos 20 prefeitos que estão conosco, 32 mil assinaturas já certificadas pelos cartórios eleitorais e comissões e diretórios em 60 municípios", disse o presidente Vilmar Rocha. O surgimento do PSD é o fato novo da política brasileira", afirmou, ainda.

Além de Vilmar, outros dois deputados federais são fundadores do partido em Goiás: Armando Vergílio (PMN) e Thiago Peixoto (PMDB). No entanto, Thiago, assim como Vilmar, está licenciado do Congresso. O primeiro está na Secretaria de Educação do Estado e o segundo na Casa Civil de Goiás.

Na terça-feira, o PSD apresentou pedido de registro ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília. No documento, a futura legenda ignorou uma resolução de 2010 que prevê que, antes da solicitação de registro na Corte eleitoral, a criação do partido precisaria ser aprovada por nove TREs. A próxima fase para obter o registro é a designação de um relator para determinar diligências para sanar eventuais falhas no processo. O Ministério Público também poderá apontar diligências nessa período.

Fonte:Portal Terra

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