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     Aquele que crê possuir a verdade erra em não se preocupar em procurá-la.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

22 de Agosto: Dia do Folclore

O folclore brasileiro se originou através da mistura de diferentes raças e não é apenas fogos, danças e festas. É a história construída pelos anseios, preservada pelos seus valores aspirações e esperanças de um povo, é uma linguagem na qual se manifesta a unidade que mobiliza multidões, que busca a sua verdade na identificação da cidadania mantendo vivas suas raízes transmitidas de pai para filho, de geração a geração, sem que se percam ao longo do tempo.

Podemos chamar de folclore aquilo que é fantasia, invenção de um povo, onde são envolvidas suas tradições, costumes e lendas. Variam de região para região, de grupo social, de etnia. São as manifestações populares que podem aparecer em festas, alimentos, remédios, crenças, superstições, danças, contos populares, provérbios, adivinhações, apelidos, artigos de artesanato, brincadeiras infantis, dentre várias outras.

A palavra folclore é derivada das palavras “folk e lore”, que significam povo e conhecimento, respectivamente. O surgimento da data se deu através do arqueólogo inglês William John Thoms, que resolveu fazer um estudo sobre as tradições e lendas do seu país, solicitando apoio a uma revista de Londres. Para isso, William não usou seu nome, mas o pseudônimo de Ambrose Merton, pois temia não ser entendido. A revista publicou a carta no dia 22 de agosto de 1846, motivo pelo qual foi escolhido como o dia do folclore.

O folclore brasileiro se originou através da mistura de diferentes raças, como dos índios, dos negros e dos brancos que colonizaram nossa terra. A mistura dos conhecimentos de cada uma dessas raças foi sendo transmitida para a outra, formando nossa identidade cultural.

Os personagens folclóricos mais conhecidos da nossa cultura são: o Curupira, o homenzinho que vive nas florestas, tem os pés voltados para trás, cabelo vermelho e que protege a natureza dos homens que tentam destruí-la; o Saci-Pererê, negrinho de uma perna só, que usa uma carapuça vermelha e fuma cachimbo, faz travessuras, esconde objetos, entra em redemoinhos e também assusta pessoas que tentam destruir as florestas.

O Boto é uma espécie de peixe que se transforma em homem, para encartar as moças, levando-as para morar com ele nos rios do Amazonas; e a mula-sem-cabeça, uma mulher que fez tanto mal que a própria natureza a fez soltar fogo pelo pescoço, como castigo.

Fonte de pesquisa: http://www.brasilescola.

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