A mesa diretora da Assembleia Legislativa do Estado apresentou ontem os 26 indícios que o Presidente Ivar Pavan (PT) julga serem suficientes para levar adiante o processo de
impeachment contra a Governadora Yeda Crusius do Rio Grande do Sul. Em sua justificativa, Pavan afirma que existem fatos que podem ser enquadrados nos artigos 3º, 4º, 6º e 7º da Lei 1079, de 1950, que define os crimes de responsabilidade contra a probidade administrativa.
Após a leitura, os servidores que acompanhavam a narrativa nas galerias do plenário cantaram o Hino Rio-grandense e gritaram “Yeda, fora!”. Conforme cronograma do processo de
impeachment, após a publicação no Diário Oficial as bancadas têm até sexta-feira para indicar os nomes dos parlamentares que irão compor a comissão especial.
PROCESSO - A comissão terá 30 membros, com representantes de todas as bancadas. A nominata deverá ser aprovada em plenário, no próximo dia 23. A primeira reunião está programada para o dia 28, quando são eleitos o presidente e o relator. Após, o relator terá 10 dias para apresentar parecer, que será apreciado e votado na comissão e, depois de lido em plenário e publicado no Diário Oficial, vai para votação em sessão plenária.
0 Comentários:
Postar um comentário